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8 erros financeiros cometidos durante um Divórcio

8 erros financeiros cometidos durante um divórcio

Descubra quais são os 8 erros financeiros cometidos durante um divórcio.

1. Achar que você precisa contratar o advogado mais caro que o dinheiro pode comprar
Se o seu divórcio é contencioso, é claro que você precisa de um bom advogado, mas certamente você não precisa contratar o mais caro do mercado. Bons advogados nem sempre são os mais caros. São sim aqueles com mais experiência e com bom histórico comprovado. Lembre-se de que quanto mais gastar com honorários e serviços jurídicos, menos sobrará para ambas as partes quando o acordo for firmado.

2. Deixar de considerar outras saídas como a mediação e a conciliação
Um divórcio nem sempre precisa ser uma disputa sangrenta que se arrasta nos tribunais por anos. Se você considera viável chegar a um entendimento de forma mais amigável, a melhor saída é procurar uma opção mais rápida, leve e menos dispendiosa como a mediação ou a conciliação.

3. Ser incapaz de entender os papéis desempenhados por cada profissional em um divórcio
A função do advogado é lhe fornecer aconselhamento jurídico e lhe ajudar a conseguir um acordo justo. O advogado não é um consultor financeiro, não é especialista em finanças e não está qualificado para lhe aconselhar nessa área. Passar horas com ele em ligações telefônicas para tratar de questões emocionais relativas ao divórcio é outro erro comum, e irá lhe custar uma fortuna, pois o advogado é um amigo que custa muito caro. Portanto, pedir a ele esse tipo de consultoria não é nada aconselhável. O mesmo vale para questões orçamentárias e de planejamento financeiro. Não faz sentido algum buscar orientações para assuntos que fujam do aconselhamento jurídico, já que a maioria dos advogados não está capacitada a lhe prover esse tipo de informação.

4. Deixar-se apegar emocionalmente com questões que envolvem bens materiais e com isso, deixar de pensar estrategicamente
O maior erro que você pode cometer é tomar decisões emotivas. Quando o assunto é dinheiro, tomar decisões baseadas apenas no aspecto emocional, sem levar em conta a razão, é simplesmente fatal. É claro que falar é fácil, mas a verdade é que nessas horas, você precisa tomar decisões estratégicas e racionais.

5. Querer continuar vivendo em um imóvel que não pode bancar
Um dos grandes equívocos ao se divorciar é querer ficar com a casa ou apartamento em que você morava, por estar emocionalmente apegado a ele. Isso pode ser altamente destrutivo, não só do ponto de vista financeiro como no emocional também. Se acabar abrindo mão de todo o resto no intuito de manter a casa, sua saúde financeira pode sofrer um impacto devastador no futuro.

6. Ser incapaz de desfazer todos os laços financeiros com o ex-cônjuge
Uma vez que você se decidiu pelo divórcio, é fundamental que você corte todos os laços financeiros com o ex-cônjuge o quanto antes. Manter empréstimos que contraíram juntos, cartões de crédito, etc., pode colocá-lo em maus lençóis, uma vez que ambos são responsáveis pelas dívidas geradas. O mesmo vale para as cadernetas de poupança. Você deve extinguir as contas o mais rápido possível e dividir os ativos.

7. Achar que uma divisão equitativa é a mais justa em um divórcio
Muitas mulheres caem na armadilha de achar que uma divisão meio a meio é a mais justa, e, com a intenção de acabarem logo com o processo, acabam aceitando essa proposta. Esse pode ser um grande erro, já que nada garante que no futuro, você receberá o mesmo pagamento que tinha antes de se casar. Mesmo que você tenha tido um trabalho que lhe remunerava de forma bastante satisfatória antes de se casar, se você tiver se afastado desse emprego para se casar e cuidar da família ou se você largou a carreira depois que se casou, lembre-se que dificilmente você conseguirá voltar ao mercado de trabalho num emprego que pague um salário equivalente ao que você costumava ganhar. Nesses casos, uma divisão equitativa ao divorciar-se pode não ser a melhor opção. É muito importante que você procure aconselhamento jurídico para avaliar melhor o seu caso específico.

8. Não ser capaz de definir de forma precisa suas despesas e a receita necessária para custeá-las
Dentre os aspectos financeiros de um divórcio, um ponto crucial é ser capaz de definir com clareza as despesas e o orçamento necessário para custeá-las. É importante fazer um levantamento detalhado para se basear na hora de discutir valores, e munir-se com os comprovantes referentes aos gastos, principalmente, nas causas que envolvem pagamento de pensão alimentícia.

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